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EDITORIAL – A infrutífera vontade de “Re-Ser” eleito… ou afundar com o navio

Ultrapassando todos os limites da coerência, até mesmo, os piores gestores se acham no direito de tentar continuar no comando de administrações fracassadas. Os piores comandantes da história… viram seus navios naufragarem e, pasmem, criaram o chavão “o comandante afunda com o seu navio”… Mas, como assim? Que honra haveria nisso?… Se está naufragando alguma coisa está errada… Entendo que o navio mal comandando está fadado ao naufrágio e não haveria lógica nenhuma em permanecer numa nau onde não há mais comandados. Seria, portanto o momento de abandonar o barco?!

Esse fato me lembra a história de um município que conheci, porém não me lembro bem qual seria. Devo citar?…  Ou devo omitir?… Afinal, até meus amigos afirmam que se não estou presente, não poderia nem ao menos opinar. Será???.. Meus devidos respeitos.

Mas, porém, contudo, todavia, entretanto… como bom ou mal (ou seria “mau”?) jornalista me sinto no direito de observar algumas situações. Especialmente quando vejo que gestores se consideram “deuses” e acham que estão acima do que é certo. Neste diapasão, cabe ressaltar, que independente do cargo ocupado, o agente público somente pode fazer o que a Lei autoriza. Vale a dica ao nobre administrador e para alguns pseudos “chefes”, pois até mesmo os “chefes”, neste caso, são agentes públicos.

Pois bem… entre as idas e voltas da vida, especialmente a “vida política”, não adianta tentar ludibriar o povo se passando por “bonzinho”, às beiras de uma nova campanha eleitoral.

Como diria um grande amigo meu: “Não adianta fingir, pois eu sei quem tu és!”

Verdade é que o tal administrador, a quem me refiro, e que me reservo ao direito de não divulgar o nome, por enquanto, vem tratando os servidores públicos do município como se fossem escravos, ladrando pelos corredores que ele, sim, é o prefeito e como tal deva ser tratado. Acima de tudo e de todos… Pasmem!!!!

Mas, será que prefeito é “deus”??? Como bom cristão que sou, tenho certeza que não!!!!

Ocorre que, quem se dá ao respeito, com respeito será tratado. Um adágio popular, sabiamente afirma, que respeito não se impõe, respeito se conquistas.

Aliás, o nobre administrador tem sido tratado exatamente como merece, afinal toda Corte tem o seu Imperador, seus Príncipes, seus Bobos da Corte, onde às vezes o próprio Rei o é…. e até mesmo seus Súditos.

Corre à BOCA PEQUENA que o ilustre administrador pretende concorrer à “RE-eleição”… para tanto está planejando uma série de ações para tentar mais uma vez ludibriar o povo. Entre as estratégias do administrador se destacará o perfil de “bonzinho”, promovendo visitas constantes à área rural, ao setor comerciário, ações “benéficas ao servidor” e até mesmo com a alteração do horário de funcionamento da prefeitura (ops… isso já aconteceu…) para tentar ficar de bem com os servidores públicos e com a população.

É sabido que o perfil autoritário e esnobe do chefe do executivo, aliada à sua ineficiência, vem contribuindo de forma significativa para o fracasso da sua equivocada gestão, onde se evidencia a sua incapacidade administrativa, a qual tenta esconder sufocando e perseguindo os servidores públicos, atribuindo a quem não merece o ônus do fracasso da ignóbil política pública adotada em sua frustrada administração.

Em tempos da possível volta do “coronelismo” a nossa singela opinião é que os governantes tenham o mínimo respeito pelas pessoas, pois resta evidente que os eleitores não mais darão oportunidade aos maus gestores de “Re-Ser” eleitos, estando eles fadados a afundar com seus navios, como capitães fracassados.

Por Dário Bagalo – DRT/RO 890

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